quarta-feira, 20 de julho de 2011

terça-feira, 17 de maio de 2011



CRIANÇAS LINDAS,

ESSE MATERIAL FOI UTILIZADO EM SALA E TROUXE PARA SERVIR DE APOIO NOS VOSSOS ESTUDOS.
MAS, LEMBREM-SE: MAIS IMPORTANTE DO QUE DECORAR TEXTOS É O QUE NÓS DISCUTIMOS EM SALA DE AULA E A LEITURA DO LIVRO!


BEIJINHO

O Diário de Anne se inicia com uma apresentação toda especial de seus pensamentos íntimos, dando a entender que nunca permitiria que outros o lessem. Descreve docemente sua vida, sua família e amigos e sua “prisão” na casa de trás, ao mesmo tempo dando a conhecer sua ambição de escrever novelas e publicá-las. No verão de 1944, escutou uma transmissão de rádio de Gerrit Bolkestein — membro do governo holandês no exílio — que dizia que ao terminar a guerra criaria um registro público da opressão sofrida pela população de seu país sob a ocupação alemã. Mencionou a publicação de cartas e diários, de maneira que Anne decidiu que contribuiria com seu Diário. Começou a corrigir suas anotações, a excluir alguns trechos e a reescrever outros, em face de uma possível publicação. Em seu caderno original, anexou vários textos
adicionais e folhas soltas.
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Anne imaginava-se indo para Hollywood, era um sonho. Quando ela começou a escrever o diário e soube que após a guerra iriam reunir os materiais para publicar relatos sobre os horrores da guerra, ela resolveu fazer correções, editando algumas coisas que ela não gostaria que viesse a conhecimento público, como suas intimidades.

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DIÁRIO E LITERATURA


IMPORTANTE!!!

Os gêneros confessionais (memórias, diário, autobiografia) são tão antigos no universo literário quanto o desejo humano de salvar da morte a sua existência. Essas formas narrativas escritas em primeira pessoa, no entanto, foram, por muito tempo, consideradas como menores e seguiram seu curso apartadas das altas literaturas.

A separação entre a Literatura propriamente dita e as obras confessionais é fruto de uma visão simplista que considera estas narrativas como formas de "não ficção", devido aos resquícios autobiográficos anunciados. Contudo, não há literatura que não contenha elementos da realidade, assim como a chamada literatura intimista ou confessional não está isenta de desvios da linguagem, posto que é impossível transpor qualquer realidade fielmente retratada para a página escrita. Os gêneros confessionais, portanto, são, como qualquer discurso, produções humanas entrecortadas de ficção.
Crianças lindas do 8º e 9º ano!

Esse material é para apoio de vocês.

Lembrem-se que o mais importante foram nossas discussões e a leitura do livro.


O Diário de Anne se inicia com uma apresentação toda especial de seus pensamentos íntimos, dando a entender que nunca permitiria que outros o lessem. Descreve docemente sua vida, sua família e amigos e sua “prisão” na casa de trás, ao mesmo tempo dando a conhecer sua ambição de escrever novelas e publicá-las. No verão de 1944, escutou uma transmissão de rádio de Gerrit Bolkestein — membro do governo holandês no exílio — que dizia que ao terminar a guerra criaria um registro público da opressão sofrida pela população de seu país sob a ocupação alemã. Mencionou a publicação de cartas e diários, de maneira que Anne decidiu que contribuiria com seu Diário. Começou a corrigir suas anotações, a excluir alguns trechos e a reescrever outros, em face de uma possível publicação. Em seu caderno original, anexou vários textos adicionais e folhas soltas.

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Anne imaginava-se indo para Hollywood, era um sonho. Quando ela começou a escrever o diário e soube que após a guerra iriam reunir os materiais para publicar relatos sobre os horrores da guerra, ela resolveu fazer correções, editando algumas coisas que ela não gostaria que viesse a conhecimento público, como suas intimidades. Se você fosse escrever um diário e nele você registrasse seus projetos para o futuro, sem pensar que o futuro pode não chegar, o que você imaginaria para você?


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DiÁRIO E LITERATURA



IMPORTANTE!!!


Os gêneros confessionais (memórias, diário, autobiografia) são tão antigos no universo literário quanto o desejo humano de salvar da morte a sua existência. Essas formas narrativas escritas em primeira pessoa, no entanto, foram, por muito tempo, consideradas como menores e seguiram seu curso apartadas das altas literaturas.

A separação entre a Literatura propriamente dita e as obras confessionais é fruto de uma visão simplista que considera estas narrativas como formas de "não ficção", devido aos resquícios autobiográficos anunciados. Contudo, não há literatura que não contenha elementos da realidade, assim como a chamada literatura intimista ou confessional não está isenta de desvios da linguagem, posto que é impossível transpor qualquer realidade fielmente retratada para a página escrita. Os gêneros confessionais, portanto, são, como qualquer discurso, produções humanas entrecortadas de ficção.




sábado, 23 de abril de 2011

O Diário de Anne Frank

Olá meus amores do 8º e 9º anos !!!

Venho aqui, em pleno sábado a noite, na metade de um feriado prolongado, com direito à chuvinha e tudo mais, só pra lembrá-los que na nossa próxima aula, (28/04), darei início a uma série de trabalhos sobre o livro Diário de Anne Frank, que vocês estão lendo, já leram ou lerão correndo e desesperados depois de lerem esse post.

Viu como eu sou boazinha?? Penso em vocês todo dia!

Beijos de sua querida professora,

Débora Pontes




terça-feira, 29 de março de 2011

9º ano

Olá crianças lindas do 9º ano.
Conforme combinado, segue a lista com os temas e seus respectivos grupos do trabalho de Arte.

1. Neoclassicismo (Taísa)

2. Romantismo (Larissa e Natália)

3. Realismo (Angélica e Williane)

4. Impresionismo (Thaís)

5. Expressionismo (Sara)

6. Cubismo (Franklin e Guilherme)

7. Futurismo (Rayane e Islane)

8. Concretismo (Ramon e Marco)

9. Dadaísmo ( Mariana)

10. Surrealismo (Raul e Vinícius)

11. Abstracionismo geométrico (Renata)

12. Abstracionismo sensível ( Louise)

Indicação de site para iniciar a pesquisa: http://www.historiadaarte.com.br/linha_do_tempo.htm

domingo, 3 de outubro de 2010

PROJETO AMIGO A DISTÂNCIA

Esse projeto foi desenvolvido este ano no Basílio's com a participação da professora Karin de uma escola da rede pública em Campinas - SP.

A ideia inicial era a de ensinar o gênero CARTA de uma forma prazerosa, escrevendo cartas reais, para pessoas reais e não fictícias como geralmente propõem os didáticos.

A interdiciplinaridade com Geografia e História também fazia parte do projeto, visto que os alunos se corresponderiam com alunos não apenas de de outro estado mas de outra região do Brasil e a troca cultural foi então, outro objetivo deste trabalho.

O projeto está em andamento. Os alunos do Basílio's já escreveram e já obtiveram respostas das cartas que mandaram. Nós professoras, podemos perceber os pontos positivos e negativos deste trabalho e os próprios alunos comentam o eu gostam e o que não gostam no projeto. Diante das negatividades, estamos nos posicionando para que o projeto fique cada vez mais "a cara deles", embora ainda não autorizamos trocas de endereços eletrônicos, ou fotos, tanto por questão de privacidade (os alunos são menores) quanto para não perder a característica de carta!

Espero que o projeto continue CRESCENDO e nós (alunos e professoras) também!


Fotos de parte das cartas!


Professora Débora Pontes

sábado, 2 de outubro de 2010

Oi pessoal!
Essa semana tive o imenso prazer de conhecer um dos mais belos museus que já visitei, o Instituto Ricardo Brennand, em Recife /PE.

A história do Instituto é muito interessante: Ricardo Brennand aos 12 anos de idade ganhou de presente do pai, um canivete. Aos poucos, começou a ganhar canivetes de amigos e parentes que viajavam e assim iniciou uma coleção. Dos canivetes partiu para as facas, punhais, espadins e espadas e a paixão por armas brancas deu origem à paixão por outras coleções.
Ricardo Brennand é dono da imensa propriedade onde está instalado o museu, dividido em dois castelos belíssimos. Além das antiguidades, o castelo conta com um museu de cera que retrata trechos da história. As peças são de diferentes épocas que vai do século XV ao século XXI.
Em palavras, não posso descrever a beleza e o encantamento desse lugar!
Espero que tenham a oportunidade de conhecer.






INFORMAÇÕES:

O Instituto Ricardo Brennand está em cartaz com as mostras "Frans Post e o Brasil Holandês", "O Julgamento de Fouquet" e "Paisagens Brasileiras do Século XIX", na Pinacoteca.O Museu Castelo São João também encontra-se aberto à visitação com um rico acervo de armas brancas.

Horário: terça a domingo, das 13h às 17h.

Entrada: R$ 5,00 (inteira)
R$2,00 (Estudantes, Professores e Idosos
acima de 60 anos)

Telefones: [81] 2121.0352/0365